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Jules Émile Fréderic Massenet nasceu em Montaud, perto de Saint Étienne (França) a 12 de maio de 1842. Entrou no Conservatório de Paris aos onze anos e estudou composição com Ambroise Thomas. Destacou-se depois como instrumentista de orquestra.

Foi membro da Academia de Belas-Artes e, em 1863, venceu o grande Prêmio de Roma. Engajando-se na produção dramática, estreou como compositor de óperas em 1867, com La Grand´tante.

Em 1878, foi eleito para a Cátedra de Composições Avançadas do Conservatório de Paris. Dois anos após a composição da ópera Dom Quixote, Massenet morreu em Paris, a 13 de agosto de 1912.




Engajando-se na produção dramática, obteve grande sucesso com a Elégie, incluída em As Eríneas (1873), drama de Leconte de Lisle que musicou. Em 1873, seu oratório Maria Madalena, depois convertido em ópera (1906), é um grande êxito, que se repete nas óperas Heródiade (1881) e Manon (1884), esta tida como a sua obra-prima, na qual se utiliza do diálogo falado com leve acompanhamento orquestral.

Massenet foi muito criticado como wagneriano de segunda classe ('Wagner de boudoir', dizia Nietzche), mas usou apenas moderadamente o leitmotiv. Outro motivo de crítica é a elegância sentimental que distingue Thaís (1894), seu maior sucesso público. Esse sentimentalismo torna-se erotismo intimista em Werther (1892).

Enfim, compôs algo muito diferente na ópera Don Quixote (1910), de estilo seco e humor melancólico. Com as limitações que eram as do seu público, Massenet permanece como um dos representantes mais típicos da época.


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